Juiz de Fora renova estado de calamidade pública após seis meses das chuvas Juiz de Fora renova estado de calamidade pública após seis meses das chuvas

Juiz de Fora renova estado de calamidade pública após seis meses das chuvas

Juiz de Fora prorroga estado de calamidade pública por mais 180 dias para concluir obras de recuperação e manter benefícios aos atingidos pelas chuvas.

A cidade de Juiz de Fora mantém o estado de calamidade pública vigente, seis meses após os severos impactos causados pelas chuvas registradas em fevereiro. A decisão foi oficializada pela Prefeitura por meio de um decreto publicado no último sábado (22), estabelecendo a prorrogação da medida por um período adicional de 180 dias.

A continuidade do estado de emergência administrativa justifica-se pela necessidade de concluir ações de recuperação estrutural em diversas áreas atingidas. Segundo o poder público, o cronograma de intervenções ainda exige atenção contínua para mitigar os danos causados pelos eventos climáticos extremos que assolaram o município no início de 2026.

Manutenção de benefícios e suporte aos atingidos

A renovação do decreto é fundamental para assegurar a manutenção de auxílios diretos à população afetada pelas intempéries. Entre as medidas garantidas pela prorrogação estão a permissão para o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e a possibilidade de pausa temporária em financiamentos bancários para os cidadãos que sofreram prejuízos.

De acordo com o texto oficial, a administração municipal compreende que, embora o cenário tenha evoluído desde fevereiro, diversas ações de reparação ainda seguem em andamento. A medida garante que o suporte jurídico e financeiro continue disponível para as famílias e setores da economia local que ainda dependem dessas garantias para a reconstrução de suas rotinas.

Contexto e continuidade das ações municipais

O decreto, que entrou em vigor imediatamente após a sua publicação, reafirma o compromisso da gestão municipal com a gestão de riscos e a recuperação da infraestrutura urbana. A prorrogação por mais seis meses reflete a complexidade dos danos causados pelas chuvas, que exigiram um planejamento de longo prazo para a restauração completa dos locais impactados.