Programa Agora Tem Especialistas impulsiona alta de 8% em 7,5 milhões de cirurgias do SUS no semestre Programa Agora Tem Especialistas impulsiona alta de 8% em 7,5 milhões de cirurgias do SUS no semestre

Programa Agora Tem Especialistas impulsiona alta de 8% em 7,5 milhões de cirurgias do SUS no semestre

SUS registra 7,5 milhões de cirurgias eletivas no primeiro semestre, alta de 8% impulsionada pelo programa Agora Tem Especialistas em todo o país.

O Sistema Único de Saúde (SUS) consolidou um avanço significativo na assistência médica ao registrar a marca de 7,5 milhões de cirurgias eletivas realizadas durante o primeiro semestre deste ano. O volume representa um crescimento de 8% em comparação ao mesmo período do ano anterior, totalizando um incremento de 608 mil procedimentos cirúrgicos ofertados à população brasileira.

Este desempenho reforça a tendência de expansão observada na rede pública após o país alcançar o patamar de 14,9 milhões de cirurgias eletivas em 2025. Segundo dados oficiais, a estratégia de gestão tem focado na redução das filas de espera e na otimização do acesso a procedimentos de média e alta complexidade em diversas regiões do território nacional.

Crescimento regional e expansão da rede

A elevação no número de intervenções cirúrgicas foi registrada em 20 unidades federativas, demonstrando uma capilaridade importante na execução das políticas de saúde. O Distrito Federal liderou o ranking de produtividade com um aumento de 31% nas cirurgias, seguido por Sergipe, que registrou alta de 25%.

Outros estados também apresentaram resultados expressivos, como Paraíba (23%), Bahia (20%) e Ceará (20%). A tendência de alta foi observada ainda em unidades como Amapá (18%), Alagoas (15%), Piauí (15%), Roraima (14%), Minas Gerais (13%), Goiás (12%), Rio de Janeiro (11%) e Rio Grande do Sul (11%).

Papel do programa Agora Tem Especialistas

Uma parcela relevante desse volume operacional foi viabilizada pelo programa Agora Tem Especialistas, que contabilizou 2,92 milhões de cirurgias entre janeiro e junho de 2026. A iniciativa governamental atua diretamente na mitigação das demandas represadas através de mutirões de atendimento e do fortalecimento da infraestrutura hospitalar.

Além das cirurgias, o programa investe em unidades móveis de saúde, compra de veículos para transporte sanitário e na expansão das ferramentas de Telessaúde. Essas medidas visam garantir que o atendimento especializado chegue com maior agilidade aos pacientes que dependem do sistema público.

Projeções para o encerramento de 2026

Com base nos indicadores apurados até o momento, o Ministério da Saúde projeta que o SUS possui capacidade técnica e logística para superar a marca de 15 milhões de cirurgias eletivas até o final de 2026. Caso a meta seja atingida, o país superará os números consolidados no ano anterior, consolidando uma trajetória de recuperação e ampliação da capacidade produtiva da rede pública.