Capotamento na Br-352 deixa quatro feridos entre Onça de Pitangui e Pará de Minas Capotamento na Br-352 deixa quatro feridos entre Onça de Pitangui e Pará de Minas

Capotamento na Br-352 deixa quatro feridos entre Onça de Pitangui e Pará de Minas

Quatro pessoas ficaram feridas após capotamento na BR-352, entre Onça de Pitangui e Pará de Minas. Vítimas foram levadas ao hospital local.

Um grave acidente de trânsito foi registrado no último domingo (27), na rodovia BR-352, em um trecho que conecta os municípios de Onça de Pitangui e Pará de Minas, em Minas Gerais. Um veículo capotou às margens da via, mobilizando equipes de socorro para o atendimento das vítimas que estavam no automóvel.

Operação de resgate e atendimento às vítimas

O G3 Resgate foi acionado para prestar os primeiros socorros no local da ocorrência. Segundo as informações divulgadas pela equipe, quatro pessoas — dois homens e duas mulheres — sofreram ferimentos decorrentes do impacto e precisaram de assistência médica especializada.

Após os procedimentos iniciais, as quatro vítimas foram encaminhadas ao Hospital Nossa Senhora da Conceição, localizado em Pará de Minas. As autoridades não forneceram detalhes sobre as idades dos envolvidos ou o estado de saúde atual dos pacientes.

Dinâmica do acidente e suporte das autoridades

Além dos quatro feridos, uma quinta pessoa que ocupava o veículo estava presente no momento do capotamento. De acordo com o relato das equipes de resgate, este passageiro recusou atendimento médico no local, não apresentando ferimentos que exigissem encaminhamento hospitalar.

A operação de socorro contou com o apoio integrado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e da Polícia Militar Rodoviária (PMRV). As circunstâncias que levaram ao capotamento ainda são desconhecidas e seguem sob análise das autoridades competentes.

Investigação sobre as causas do capotamento

A Polícia Rodoviária foi contatada para fornecer mais detalhes sobre a dinâmica do acidente e eventuais causas identificadas na perícia preliminar. Até o momento, não houve retorno oficial por parte dos órgãos responsáveis sobre o andamento das investigações.